Adaptado do livro 9 Mitos sobre o trabalho

Sempre me incomodou bastante falar sobre as características de um bom líder. Primeiro que essa lista muda praticamente a cada ano, como uma tendência e isso é bastante desconcertante, se tratando de um comportamento humano. Segundo por que a gente sempre parece estar descrevendo uma pessoa que só existe em contos de fadas. Mesmo assim, discorri inúmeras vezes sobre os comportamentos desejados em um líder facilitador, servidor, humano, empático, maestro... tudo apresentado em slides, dentro de caixinhas, exatamente como os autores do livro condenam.

O que eles questionam é essa crença de…


*Texto adaptado do livro 9 Mitos sobre o trabalho do Marcus Buckingham e Ashley Goodall

“Todos precisam de feedback” parece uma frase bastante óbvia e conhecida. É uma crença tão universal que quase ninguém tem coragem de questionar. Diariamente somos afetados por inúmeras modalidades dele: “dos superiores, subordinados, pares, 360, de desempenho, solicitado, não solicitado, anônimo…” diz o livro. No entanto, vemos nossos amigos, parceiros, clientes em eternas reclamações sobre a dificuldade das pessoas em mudarem diante de um feedback.

Pautados na máxima de que quanto mais feedback e transparência, melhor, a empresa Bridgewater incorporou algumas ações como: 1. Todas…


Existe uma definição de Design Organizacional que gostamos muito, que é: “uma abordagem centrada no ser humano para melhorar a forma como as pessoas trabalham juntas e como as empresas respondem às mudanças”.

E para melhorar a forma de nos relacionarmos com nossos clientes através do Design Organizacional, eu, Marcelle Xavier e Henry Goldsmid fizemos uma investigação sobre quais são as maiores dores e necessidades das lideranças da nossa rede, quando falamos de trabalho em equipe:


Acabei de ler o livro Construa Confiança, do Fernando Flores e Robert Solomon (um presente para a humanidade editado em 2002 e indicado pela amada Káritas Ribas), e me surpreendi várias vezes com o conteúdo. Mas o que mais me chamou atenção é que temos uma compreensão errada sobre o tema.

Primeiramente, existem 3 tipos de confiança:

_Confiança simples. Essa é a que temos como paradigma. É a confiança que vem com a gente “de fábrica”: ingênua, desprovida de reflexão, ausente de suspeita e desconfiança. Quando ela é quebrada, sentimos que jamais poderá ser reestabelecida.

_Confiança cega. É aquela incondicional…


Quem já trabalhava sozinho ou está experimentando o home office durante a pandemia sabe o quanto a procrastinação é um desafio. Trabalho parte da semana sozinha e em vários assuntos eu sou a minha própria chefe, então volta e meia jogo atividades para o dia seguinte e tento burlar algumas responsabilidades, ainda mais se me exigem um nível maior de “enfrentamento” aos meus desafios internos.

Então resolvi fazer alguns movimentos: para criar mais comprometimento com os nossos planejamentos anuais, eu, Henry Goldsmid e Marcelle Xavier desenhamos de maneira síncrona nossos OKRs (objetivos e resultados-chave). …


Eu, Thianne Martins e Patrizia Bittencourt, minhas parceiras da cuidadoria fomos chamadas por um dos maiores bancos do Brasil para desenvolver líderes da área de Auditoria a serem também Auditores de Cultura.

Auditoria de Cultura se trata de observar se a cultura desejada está sendo vivida pela organização, avaliando se as atividades de negócios, comportamentos e liderança refletem adequadamente os valores, a ética, o apetite pelo risco e políticas da organização. O objetivo é identificar com antecedência possíveis riscos para a empresa.

As Auditorias também ajudam na mudança cultural, proporcionando maior segurança de que o investimento está sendo feito com sabedoria.

Começamos o trabalho ajudando a equipe a compreender melhor temas como níveis de cultura organizacional, a cultura de risco e a própria Auditoria de Cultura. Levamos conteúdos importantes relacionados ao tema, como o fator humano na observação e análise de dados e os vieses cognitivos. …


O que é o amor? Que formas ele tem? Escolhemos quem amamos? Por que amamos? São algumas das perguntas que o filósofo Renato Noguera tenta responder nessa obra, através de mitos africanos e europeus, e filosofias orientais e ocidentais.

Ao longo do livro (indicado por duas pessoas que respeito muito: Marcelle Xavier e Mari Ferreira), ele destaca diferentes formas de amar, como o amor poligâmico, que inclui toda uma vida em comunidade (que é afetada por este amor) até o amor como desejo por aprender o que ainda não se conhece.

Outros pontos que me chamaram atenção:

  1. A vida como…

O Action Learning é uma metodologia para resolução de problemas em grupo, que tem 6 elementos fundamentais: um problema com uma dona, um time multidisciplinar, uma facilitadora, perguntas poderosas, ações criadas pelo grupo e aprendizagem. Não é qualquer tipo de problema que se encaixa nele: funcionam melhor os complexos, urgentes, viáveis de serem resolvidos e que se tenha o poder de decisão sobre eles.

O processo

Convidei a minha parceira e amiga Marcelle Xavier para pensar em possíveis desafios que ela estivesse vivenciando em seus projetos, e um em particular chamou a nossa atenção. …


Passei este final de ano em um retiro no Ceará, onde pude experienciar diferentes tipos de vivências de autoconhecimento: amorosas e dolorosas, densas e sutis, silenciosas e estridentes. Entre reflexões e celebrações, colhi muitos aprendizados e alguns deles eu compartilho aqui.

  1. Meditação não precisa ser em silêncio, existem várias meditações dinâmicas.

Tenho muita dificuldade de entrar em estado meditativo sozinha e minhas opções se limitavam a músicas, mantras e processos guiados. Descobri o quão maravilhosas são as meditações ativas, que incluem a liberação das energias, dos pensamentos e acalmam a agitação para então chegarmos num lugar interno mais silencioso. Para…


Essa semana comecei um processo daqueles que te viram do avesso: a formação em 6Ds, uma metodologia que transforma programas de Treinamento e Desenvolvimento em resultado para o negócio. Ainda estou internalizando, mas essa é certamente uma das grandes viradas de chave pelas quais passei, considerando que a última tinha sido há exatos 4 anos, quando me dei conta que estava trabalhando com educação de adultos. As 6Ds estão me mostrando mais do que uma forma de trabalhar, estão dando um novo sentido para T&D.

Comecei a trabalhar com design de aprendizagem há anos, na Quiero, minha antiga agência. Mas…

Carolina Fernandes

Designer Organizacional

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